Facilitadores de Transformação e Consciência e Aulas de Kundalini Yoga (Yoga da Consciência) - Campinas (SP) Tel. 19 99812-2602 E-mail: quyros.atendimento@gmail.com Instagram: @kundaliniyogacampinas Facebook: kundaliniyogacampinas
22 de dez. de 2015
14 de dez. de 2015
Ordem e Amor

"Se uma criança assumir algo no lugar de seu pai ou de sua mãe, ela se coloca acima deles, por exemplo, quando assume uma culpa no seu lugar. Isto contraria a ordem original.
Toda violação da ordem original fracassa. Todas as grandes tragédias seguem o mesmo padrão, sejam elas as tragédias gregas, as de Shakespeare ou as em famílias. Nesse contexto há dois movimentos na alma do herói que se opõem. Quando, por exemplo, um filho assume algo no lugar de seu pai tem a consciência tranquila. Sente que o ama e que é inocente. Ao mesmo tempo rompe com a ordem original. Ela é uma ordem inconsciente, originou-se numa outra consciência, na consciência coletiva. Ao mesmo tempo, então, que o filho assume algo de consciência tranquila para o seu pai, viola uma outra ordem apesar da sua consciência tranquila ou, talvez, justamente por tê-la tranquila. Por este motivo fracassa, porque essa outra consciência castiga essa violação da ordem original com o fracasso e o declínio. É por esse motivo que as grandes tragédias terminam com a morte daqueles que pensavam estar fazendo o bem.
Todos os heróis nas tragédias são crianças. Em suas almas, são crianças, querem fazer algo bom para alguém na família. Por exemplo, querem vingar ou salvar alguém, mas não têm esse direito, por esse motivo fracassam. Essa consciência da qual não nos damos conta é representada pelos deuses nas tragédias. Eles impõem a ordem original. Isso é prova de que essa ordem tem precedência em relação à ordem da consciência tranquila." -
Bert Hellinger
25 de out. de 2015
EPIGENÉTICA COMPORTAMENTAL E A ÁRVORE GENEALÓGICA.

Durante muito tempo pensava-se que a herança estava determinada exclusivamente pelos nossos genes e que estes não poderiam mudar, mantendo-se inalteráveis. Chegou-se ao ponto de pensar que nossos genes determinavam nossa conduta, e que se nascêssemos com um gene de depressão, estaríamos condenados a sofrê-la.
A epigenética chega para demonstrar que acontecem sim modificações nos genes, e que uma das fontes dessas modificações provém do meio ambiente. É importante salientar que o ambiente não se refere simplesmente às condições físicas, como clima, alimentação ou contaminação, senão também ao estresse que acumulamos e os estados emocionais que estão por trás dos desafios do nosso dia a dia.
Aqui podemos incluir a maneira como percebemos a vida e tudo que é fruto das nossas crenças e educação. Cada dia fica mais evidente que as emoções produzem em nosso organismo certas reações fisiológicas que acabam tendo consequências patológicas.
De acordo com o novo entendimento da epigenética comportamental, as experiências traumáticas do nosso passado ou dos nossos antepassados deixam “cicatrizes” moleculares codificadas em nosso DNA. Tudo isso se converte em parte da gente, como se fosse um resíduo molecular agarrado ao nosso andaime genético. E apesar de que o DNA continua sendo o mesmo, as tendências psicológicas e comportamentais vão se transmitindo de geração pra geração.
Então percebemos que, quem sabe, não herdamos somente o quadril largo da nossa avó, mas também a sua predisposição à depressão por causa do abandono que sofreu quando nasceu. Por outro lado, se ela foi uma filha muito desejada e amada, você pode estar desfrutando desse recurso em sua vida, através de relações sadias. Pois os mecanismos da epigenética comportamental se aplicam tanto para os déficits e debilidades assim como os pontos fortes e recursadores.
E O QUE TUDO ISSO TEM A VER COM O ESTUDO DA ÁRVORE GENEALÓGICA?
Agora que sabemos como herdamos traumas e vivências dos nossos antepassados, o estudo do Transgeracional ou Árvore Genealógica passa a ser uma ferramenta valiosa para descobrir ou identificar programas tóxicos herdados e que se manifestam em nossa vida tanto como sintomas físicos ou disfunções comportamentais. Ao estudar a árvore genealógica descobrimos para que e por que herdamos determinados padrões, isso nos permite compreender o sentido do que nos acontece. Logo, essa compreensão e consciência nos conduzem a um estado mental onde conseguimos estabelecer novas conexões neuronais, dando novos significados às experiências, fazendo uma espécie de “reset”, e liberando-nos daquilo que parecia ser nosso único destino.
Bioneuroemoção Florianópolis
Agora que sabemos como herdamos traumas e vivências dos nossos antepassados, o estudo do Transgeracional ou Árvore Genealógica passa a ser uma ferramenta valiosa para descobrir ou identificar programas tóxicos herdados e que se manifestam em nossa vida tanto como sintomas físicos ou disfunções comportamentais. Ao estudar a árvore genealógica descobrimos para que e por que herdamos determinados padrões, isso nos permite compreender o sentido do que nos acontece. Logo, essa compreensão e consciência nos conduzem a um estado mental onde conseguimos estabelecer novas conexões neuronais, dando novos significados às experiências, fazendo uma espécie de “reset”, e liberando-nos daquilo que parecia ser nosso único destino.
Bioneuroemoção Florianópolis
26 de set. de 2015
7 de set. de 2015
Diz Jodorowsky
"A memória armazena...
não o que você viveu mas sim
as interpretações subjetivas do
que você acredita ter vivido."
A. Jodorowsky
24 de ago. de 2015
BENEFÍCOS DE MEDITAR
MEDITAR É TUDO DE BOM!!! Você ja experimentou?
Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi
uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reinvindicações a
respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testa-los com o
uso de tomógrafos computadorizados. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode, literalmente, mudar seu cérebro. Ela explica:
P: Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?
Lazar: Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.
A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok,ok,ok, estou aqui para alongar”. Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.
Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.
A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.
P: Como você fez essa pesquisa?
Lazar: O Primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.
Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.
Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.
Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar. Então fizemos um segundo estudo.
Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.
P: O que você descobriu?
Lazar: Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:
A alteração na amigdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.
P: Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?
Lazar: Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas.
Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.
P: Então, 40 minutos por dia?
Lazar: Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.
No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.
Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.
Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.
Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.
Q: A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?
Lazar: Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.
Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos. Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.
Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.
P: Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?
Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.
P: Você medita? E você tem um professor?
Lazar: Sim e sim.
P: Que diferença fez em sua vida?
Lazar: Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse. Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.
P: Qual a sua prática pessoal?
Lazar: Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos. Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não. E é isso que funciona para mim nesse momento.
http://mandalaescola.org/neurocientista-da-harvard-meditacao-nao-apenas-reduz-estresse-aqui-esta-como-ela-muda-o-seu-cerebro/
Neurocientista da Harvard: Meditação não apenas reduz estresse, aqui está como ela muda o seu cérebro
Sara Lazar – PhD Harvard
P: Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?
Lazar: Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.
A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok,ok,ok, estou aqui para alongar”. Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.
Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.
A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.
P: Como você fez essa pesquisa?
Lazar: O Primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.
Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.
Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.
Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar. Então fizemos um segundo estudo.
Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.
P: O que você descobriu?
Lazar: Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:
- A diferença principal encontramos no giro cingulado posterior, o qual está relacionado às lembranças e auto- regulação.
- O hipocampo da esquerda, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
- A junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão.
- Uma área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.
A alteração na amigdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.
P: Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?
Lazar: Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas.
Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.
P: Então, 40 minutos por dia?
Lazar: Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.
No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.
Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.
Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.
Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.
Q: A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?
Lazar: Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.
Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos. Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.
Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.
P: Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?
Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.
P: Você medita? E você tem um professor?
Lazar: Sim e sim.
P: Que diferença fez em sua vida?
Lazar: Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse. Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.
P: Qual a sua prática pessoal?
Lazar: Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos. Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não. E é isso que funciona para mim nesse momento.
http://mandalaescola.org/neurocientista-da-harvard-meditacao-nao-apenas-reduz-estresse-aqui-esta-como-ela-muda-o-seu-cerebro/
Assinar:
Postagens (Atom)
